Participei de um processo seletivo inicial para vaga destinada a pessoas com deficiência. A entrevista foi realizada com coordenação e supervisão. Durante o encontro, uma das participantes manteve a câmera desligada, o que limitou a interação e a sensação de acolhimento esperada em um processo inclusivo.
Algumas perguntas sobre minha trajetória profissional e migração de carreira foram repetidamente formuladas, embora essas informações já estivessem descritas no currículo enviado previamente, o que acabou tornando a conversa menos objetiva e útil.
De modo geral, minha percepção foi de um processo mais orientado a aspectos operacionais e de produtividade, com menor atenção à experiência e ao cuidado com o candidato. A vivência não correspondeu às expectativas para uma vaga com proposta inclusiva.